Servo de Deus Papa Pio XII.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Zilda Arns morre em terremoto no Haiti, morreu como viveu entre os pobres!



Junto a toda a família da Igreja, da Pastoral da Criança, e da familia de Dra. Zilda Arns, nós da casa de Formação Pio XII, queremos prestar nossos sentimentos, pela morte de um tijolo forte e sagrado, do edificio do Reino de Deus, perdemos na Terra, porém ganhamos no céu, uma protetora e defensora da vida, que agora ai do céu possa trabalhar para que todas as nossas crianças tenham vida e vida em abundância.

A médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, morreu no terremoto do Haiti. A informação foi confirmada pelo gabinete do sobrinho, o senador Flávio José Arns, na manhã desta quarta-feira.

Segundo informações do gabinete, a médica, que tinha 73 anos, chegou ao Haiti na segunda-feira para um encontro com bispos e realizaria hoje uma palestra sobre a Pastoral da Criança. A viagem de volta ao Brasil estava prevista para sexta-feira.

Perfil

Dra. Zilda Arns Neumann, 73 anos, era médica pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Pessoa Idosa,
organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Dra. Zilda Arns também era representante titular da CNBB, do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
Nascida em Forquilhinha (SC), reside em Curitiba (PR), ela deixa cinco filhos e dez netos.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2010/01/13/zilda+arns+morre+em+terremoto+no+haiti+9274211.html

domingo, 10 de janeiro de 2010

TEMPO COMUM - QUE PARA NÓS SEJA FORA DO COMUM!!!


No dia 11 de janeiro de 2010, segunda-feira depois do domingo do BATISMO DO SENHOR, começamos o tempo comum,tempo esse que vai nos colocar para caminhar na vida com o Cristo, por isso, tomara que esse tempo de esperança (verde), seja bem incomum para nossa vida.
As leituras dos dias de semana do Tempo Comum, quando não são próprias, as leituras dos dias de semana (segunda a sábado) seguem o seguinte critério: anos ímpares e anos pares.
O objetivo é este: no intervalo de dois anos, quem participa da missa todos os dias terá uma visão geral de todos os livros da Bíblia, pois se lêem as partes mais importantes. O Salmo responsorial sempre sintoniza com a leitura. Nos anos ímpares (2009...2011...2013...) , a leitura é tirada destes livros: Hebreus, Gênesis, Eclesiástico, Tobias, 2Coríntios, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1Tessalonicenses, Colossenses, 1Timóteo, Esdras, Ageu, Zacarias, Neemias, Baruc, Jonas, Malaquias, Joel, Romanos, Sabedoria, 1Macabeus, 2Macabeus e Daniel. Nos anos pares (2008, 2010, 2012...): 1Samuel; 2Samuel, 1Reis, Tiago, 1Pedro, Judite, 2Pedro, 2 Timóteo, 2Reis, 2Crônicas, Lamentações, Amós, Oséias, Isaías, Miquéias, Jeremias, Naum, Habacuc, Ezequiel, 2Tessalonicenses, 1Coríntios, Provérbios, Eclesiastes, Jó, Gálatas, Efésios, Filipenses, Tito, Filemon, 2João, 3João, Apocalipse.

O BATSMO DO SENHOR - A NOSSA MISSÃO!!!


Depois do batismo, Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo.
A celebração do Batismo de Jesus reaviva em nós o sacramento básico e tradicional de nossa fé encarnada: o Batismo. O mergulho simbólico nas águas primordiais para um renascer, para uma vida nova. Essas águas constituem o ventre do mundo: nelas a vida tem início. E o mergulho no Espírito, que é fogo luminoso e purificador, nos orienta e move no empenho em resgatar o valor, a dignidade e a vida no mundo.
Nas origens de nosso Batismo está o batismo de João. Jesus vai da Galileia ao Jordão para ser batizado por João. João, filho de sacerdote, distancia-se do Templo. Anuncia, no deserto, a salvação pelo batismo da conversão à justiça, o que nos alcança a libertação dos pecados. A pessoa de João Batista, que ficou viva na memória do povo, é colocada em destaque desde o início dos quatro Evangelhos. Lucas, no Evangelho de hoje, a partir da fé vivenciada nas primeiras comunidades, apresenta-nos uma narrativa teológica do batismo de Jesus.
O estilo é apocalíptico (o céu se abre, o Espírito Santo desce sob forma corpórea de pomba, ouve-se a voz do céu). O batismo de João, em Jesus, é confirmado pelo Espírito Santo e assumido pelo "filho amado" de Deus. A prática da justiça decorrente do compromisso do batismo anunciado por João alcança, assim, uma dimensão de participação na vida divina e de eternidade, no Espírito.
A partir da figura do "servo" do Senhor, de Isaías (primeira leitura), pode-se fazer a interpretação de Jesus como inserido na linha profética do anúncio e do estabelecimento da justiça e do direito. Afim a essa interpretação, o batismo de João é compreendido como o compromisso com a prática da justiça. Podemos ver isso no relato de Lucas em Atos: Pedro, após a experiência da conversão de gentios na Samaria, afirma:
"(Deus) aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença", mencionando, a seguir, o batismo de João. Jesus "abre os olhos aos cegos, e tira do cárcere os prisioneiros". Ser fiel a Jesus, à nossa fé e a nosso Batismo é comprometer-nos com o projeto de Deus, de justiça e de libertação, solidários com os povos oprimidos.
Assim, devemos compreender que, a partir de nosso batismo, nos tornamos servos do Senhor a serviço da comunidade, responsáveis por construir uma sociedade mais justa. No entanto, devemos conceber que Deus não se preocupa tanto com nossas opções religiosas; olha, sim, nossa prática da caridade e da justiça. Foi para praticar a caridade, mas, sobretudo, a justiça que Jesus buscou, em João, o batismo. E foi aí, no batismo, que ele foi proclamado “Filho amado de Deus”. Com isso, quis nos ensinar que: nós, também, fomos proclamados filhos amados de Deus quando fomos batizados. Por isso, concluindo o tempo do Natal, devemos lembrar o nosso batismo e renovar nossos compromissos batismais.